Background check via API: como integrar ao seu ATS
Atualizado em setembro de 2026 · Leitura de 6 minutos
As três formas de conectar
Não existe um caminho único, e escolher o certo é o que define se o projeto entra em produção em dias ou em meses. Na prática são três, em ordem de esforço:
- Integração nativa no ATS. A conexão já existe e é ativada por configuração. Não há desenvolvimento do seu lado. É o caminho de quem usa Gupy, Greenhouse, Lever, SAP ou Oracle HCM.
- API REST documentada. Para qualquer outro sistema — inclusive interno. Seu time consome a documentação, dispara a verificação a partir do fluxo que já existe e recebe o resultado de volta.
- Importação por planilha. Sem desenvolvimento e sem ATS. O lote entra pelo painel e o resultado volta no mesmo lugar, com a mesma trilha de auditoria.
Os três terminam no mesmo ponto: o resultado no ambiente de quem decide, com registro de método, fonte e data por consulta.
Quanto tempo leva de verdade
Integração via API leva em média 2 a 5 dias úteis, com apoio do Customer Success dedicado e acompanhamento do time técnico do começo ao fim. Quem começa por planilha entra em produção no mesmo dia, porque não depende de fila de desenvolvimento — e migra para API depois, sem refazer o processo.
Esse é o ponto que costuma travar a decisão dentro das empresas: o RH quer resolver a admissão desta semana e a TI tem um roadmap cheio. Começar por planilha e integrar depois desamarra os dois.
Volume não é o gargalo
Não há limite técnico de volume. A plataforma foi construída para operações que processam de 200 a mais de 50 mil verificações mensais, com retorno médio abaixo de 4 minutos por verificação em lote, sobre mais de 450 fontes de dados públicas integradas.
O que perguntar para qualquer fornecedor
Vale usar esta lista em qualquer avaliação, inclusive comparando com outros fornecedores:
- A API é documentada e pública para o cliente, ou cada integração é um projeto sob medida?
- Existe integração nativa para o ATS que já usamos, ou vamos desenvolver do zero?
- Dá para operar sem integração enquanto a TI não entra — e migrar depois sem retrabalho?
- O escopo da verificação é configurável por cargo, ou é o mesmo pacote para todo mundo?
- A trilha de auditoria registra método, fonte e data por consulta?
- Há revalidação periódica para cargos sensíveis, ou a checagem morre na admissão?
A Kavuka responde essas seis com nome e prazo — é a razão de existir a API documentada e as integrações nativas. Se um fornecedor não responde a primeira, as outras cinco tendem a virar projeto.
Traga o seu ATS: mostramos a verificação rodando dentro do seu fluxo de admissão.
Falar com EspecialistaPerguntas frequentes
O Kavuka tem API aberta?
Sim. O Kavuka oferece API REST documentada, então qualquer sistema capaz de consumir uma API REST pode disparar verificações e receber os resultados — ATS, HRIS, ERP ou um sistema interno de gestão de fornecedores. Além da API, existem integrações nativas com os principais ATS do mercado (Gupy, Greenhouse, Lever, SAP e Oracle HCM, entre outros).
Com quais ATS existe integração nativa?
Gupy, Greenhouse, Lever, SAP e Oracle HCM, entre outros. Integração nativa significa que a conexão já está pronta e não exige desenvolvimento do seu lado. Para os demais sistemas, o caminho é a API REST documentada.
Quanto tempo leva para integrar?
Integrações via API levam em média de 2 a 5 dias úteis, com acompanhamento do time técnico e do Customer Success do início ao fim. Operações que começam por importação de planilha entram em produção no mesmo dia, porque não dependem de desenvolvimento.
E se a empresa não usa ATS?
Funciona sem ATS. Nesse caso o lote de candidatos ou prestadores entra por importação de planilha, e o resultado volta no mesmo painel, com a mesma trilha de auditoria. Muitas operações começam por planilha e migram para API depois.
Existe limite de volume?
Não há limite técnico. A plataforma foi construída para operações que processam de 200 a mais de 50 mil verificações mensais, com retorno médio abaixo de 4 minutos por verificação em lote.